Belém, de 17 a 22 de outubro
Centro de eventos Benedito Nunes


Acompanhe as notícias da II Conferência Sul-Americana e VII Conferência Brasileira de Mídia Cidadã! O evento, promovido pela Cátedra UNESCO/UMESP de Comunicação para o Desenvolvimento Regional e Rede Nacional Pró-Mídia Cidadã, é uma realização da Universidade Federal do Pará.


Para mais informações acesse o site: http://www.midiacidada.ufpa.br/




sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Um pouquinho de Belém - Parte I

Conhecida como a “Cidade das Mangueiras”, Belém é uma metrópole que guarda variedades culturais e traz vivas as marcas de sua história no imaginário amazônico.

Fundada em 1616 e colonizada pelos portugueses, Belém já foi chamada de Feliz Lusitânia, Santa Maria do Grão Pará e Santa Maria de Belém do Grão Pará. Desde sua fundação, foi um importante entreposto comercial e ponto de partida das expedições portuguesas para o interior da Amazônia.

Hoje em dia a cidade com 1.059,402 Km² distribuídos em um terreno de baixa altitude, é entrecortado por rios e igarapés, e cercada pelo rio Guamá e pela Baía do Guajará, que lhe conferem formato semelhante a uma península.

É uma das mais importantes da região Norte brasileira, concentrando aproximadamente 1.393.399 de habitantes em seu território e 2.042.417 (IBGE 2010) de habitantes em sua região metropolitana, formada por mais outras 5 cidades que se conurbam em seu entorno. População que cresce ainda mais se contadas as diversas cidades e vilarejos em seu entorno e que sofrem sua influência direta

Atualmente as principais atividades econômicas de Belém são o comércio, os serviços e o turismo. Dentre tantos espaços culturais interessantes de Belém, destacam-se a feira do Ver-o-Peso, o Mangal das Garças, o Complexo Feliz Lusitânia, e a Estação das Docas.

Ver-o-peso: A história da maior feira a céu aberto da America Latina teve início na segunda metade do século XVII, período da criação de um forte controle alfandegário na região pelos portugueses, que criaram posto para a fiscalização e pagamento de tributos referentes à mercadorias que entravam e saíam pela baía do Guajará. Um verdadeiro posto de “ver o peso”.

Hoje, o antigo posto de fiscalização é um mercado que faz parte de um complexo arquitetônico no centro de Belém, que compreende o Mercado de Ferro, o Mercado de Carne, a Praça do Relógio, a Feira do açaí, entre outras coisas.

Endereço: Av. Castilhos França s/n, campina, Belém-PA.

Mangal das Garças: Inaugurado em 2005, o espaço que traz para o centro da cidade uma ilha de natureza, agregando em um só lugar aves de muitas espécies e trechos preservados de vegetação amazônica, como as típicas de áreas alagadiças, as aningas. Com 40.000 m² de área, o Mangal das Garças encontra-se às margens do rio Guamá. No local, os visitantes podem desfrutar de um ambiente exótico, de um restaurante típico (o Manjar das Garças) e de um borboletário de 1.400 m² (reserva José Marcio Aires) além de um mirante para o rio e o farol de Belém, este último com 47m de altura, de onde se pode ter a vista do centro da cidade, do rio e da floresta em seu entorno.

Endereço: Pça. Carneiro Rocha s/n, Cidade Velha, Belém-PA.

Horário de Funcionamento: de terça a sexta-feira, de 10h às 18h; finais de semana de 9h às 13h.

Entrada: franca, exceto em espaços monitorados (R$ 2,00 ou R$ 6,00). As terças-feiras a entrada em todos os espaços é gratuita.

Estação das Docas: Inaugurado em 2000, o espaço é um lugar que reúne a cultura, a moda e a gastronomia paraense, naquele que era o antigo porto de Belém, construindo no início do século XX, às margens do Rio Guamá.

O porto teve três de seus armazéns de ferro inglês restaurados, agora chamados de Boulevard da Arte, Boulevard da Gastronomia e Boulevard das Feiras e Exposições. Além desses espaços, a Estação conta com 500 metros de orla fluvial, com o Teatro Maria Silvia Nunes e com o Anfiteatro Forte de São Pedro Nolasco.

Endereço: Av. Castilhos França s/n, campina, Belém-PA.

Horário de visitação:

Domingo:

Orla – 09h às 00h

Armazéns – 12h às 00h

Mezanino e barracas – das 12h às 22h

Segunda e Terça-feira:

Orla – 10h às 00h

Armazéns – 12h às 00h

Mezanino e barracas – 12h às 22h

Quarta feira:

Orla – 10h à 00h

Armazéns – 12h às 01h

Mezanino e barracas – 12h às 22h

Quinta e Sexta-feira:

Orla – 10h à 03h

Armazéns – 12h às 03h

Mezanino e barracas – 12h às 22h

Sábado:

Orla e Armazéns – 10h às 03h

Mezanino e barracas – 10h às 22h

Entrada: franca



Texto: Mayara Maciel - Organização Mídia Cidadã 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O que é a Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação?


A Cátedra Unesco de Comunicação para o Desenvolvimento Regional, com sede na Universidade Metodista de São Paulo, foi criada em 1996 e foi responsável pela implantação da Rede Brasileira de Mídia Cidadã, em 2009, e pela realização das Conferências Brasileiras de Mídia Cidadã, promovidas desde 2005, e pelas Conferências sul-americanas de Mídia Cidadã, realizadas desde 2009.
As Cátedras UNESCO fazem parte de um programa instituído em 1991 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com o objetivo de criar e estimular redes de cooperação no ensino superior nos países subdesenvolvidos ,em torno das mais diversas áreas do saber.
Participam do programa centenas de universidades, em conjunto com instituições em geral, organizações governamentais e não governamentais ligadas à educação superior. A meta é a formação de redes de universidades e instituições de ensino superior nos níveis inter-regionais, regionais e sub-regionais, por meio do intercâmbio de conhecimentos e compartilhamento de recursos diversos.
Na prática, as Cátedras UNESCO realizam atividades de ensino, pesquisa e extensão que têm por objetivos disponibilizar, integrar e realizar atividades diversas, tendo como parceiros outras instituições de ensino e pesquisa, além de organismos públicos e privados e pesquisadores associados.
Existem 30 Cátedras UNESCO de Comunicação no mundo, sendo que 8 delas estão na América Latina: Brasil, Chile, Colômbia, República Dominicana, Guatemala, México, Peru e Uruguai.

Para Saber mais:

Site da Orbicom – Rede Internacional das Cátedras UNESCO de Comunicação (disponível em inglês, espanhol e francês)

Cátedra Unesco/Umesp e seu papel articulador no cenário da comunicação: desafios no século XXI de Maria Cristina Gobbi

Perspectivas e Desafios: Ações da Cátedra Unesco/Metodista na Era Digital de Maria Cristina Gobbi


Texto: Uriel Pinho - Organização Mídia Cidadã 2011

terça-feira, 30 de agosto de 2011

I Seminário Regional da Asociación Latinoamericana de Investigadores de La Comunicación

Os inscritos para a II Conferência Sul-Americana e VII Conferência Brasileira de Mídia Cidadã também podem participar do I Seminário Regional da ALAIC – Bacia Amazônica, que faz parte da programação e ocorre entre os dias 17 e 19 de outubro.
A ALAIC (Asociación Latinoamericana de Investigadores de La Comunicación) foi criada em 1978 como uma Associação responsável por promover a pesquisa em Ciências da Comunicação de maneira contextualizada, a partir de um olhar latinoamericano, já que os principais produtos midiáticos e marcos teóricos da área da Comunicação na época vinham da Europa e dos Estados Unidos.
A Associação realiza a cada 2 anos um congresso e um seminário internacional. Além de outros cursos, congressos, seminários, simpósios, fóruns, conferências, ciclos de estudos e publicações relacionadas com a Comunicação e suas particularidades na América Latina.
O seminário tem como objetivo estimular o fortalecimento dos estudos das Ciências da Comunicação e congregar os resultados desses estudos em estratégias para o incremento dos debates e a ampliação de conceitos e discursos sobre os meios de comunicação, bem como os efeitos da midiatização na contemporaneidade.
A realização do I Seminário Regional da ALAIC faz parte da política de regionalização da Associação, que conta com Representações Regionais divididas da seguinte forma:

Região 1- Cone Sul: Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile.

Região 2- Andina: Bolívia, Peru e Equador

Região 3- Bacia Amazônica: Colômbia, Venezuela e norte do Brasil

Região 4- Norte: América Central e Caribe

Essas representações têm a responsabilidade de atuar como elemento de união entre os pesquisadores de sua respectiva região e a Associação, facilitando o intercâmbio e colaboração acadêmica.

Para saber mais sobre a programação do I Seminário Regional da ALAIC – Bacia Amazônica, clique aqui